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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Presidente da SLN Valor admite que Cavaco tenha tido acesso a informação privilegiada

Alberto Queiroga Figueiredo refere que Cavaco...

O presidente da SLN Valor, Alberto Queiroga Figueiredo, que integra a Comissão de Honra da recandidatura de Cavaco Silva, reconheceu que o Presidente terá tido acesso a informação que outros não tiveram, sobre o que poderia acontecer ao BPN, facto que pode ter precipitado a venda.

As declarações de Queiroga Figueiredo foram efectuadas à TSF e surgem depois de ontem, no comentário semanal na TVI24, o antigo líder do PSD, Marques Mendes, ter contestado a ideia de favorecimento, defendida por Manuel Alegre, garantindo que com base numa auditoria feita ao BPN, outros investidores venderam as acções do banco a um preço superior.

“Para mim, ele [Cavaco Silva] talvez tenha tido um feedback de que as coisas não estavam a correr bem. É perfeitamente normal que [depois] as queira vender”, considerou, segundo as declarações citadas no site da estação de rádio.

 
O presidente da SLN Valor afirmou também que os valores do negócio, de compra e venda de acções feito em 2001 e 2003 por Cavaco Silva, foram os normais para a época, acrescentando que o Chefe de Estado até terá perdido dinheiro quando vendeu as acções a 2,40 euros.

“O valor de 2,40 euros, para o que era praticado na altura, até era abaixo da maioria das compras. Numa situação normal, numa entidade que estava quase no seu início é natural que haja uma valorização, até porque houve acções que foram vendidas a valor superior a esse”, explicou.

Alberto Figueiredo admitiu, no entanto, que no ano em que Cavaco Silva comprou as acções a um euro, elas estavam a ser vendidas a mais de dois euros.

Cavaquistão da Coelha: A escritura ‘desaparecida’ da nova casa de Cavaco Silva

Casa trocada por terreno. Permuta avaliada em 135 mil euros
Cavaco Silva trocou em 1998 um “prédio urbano” localizado em Montechoro - o concelho onde se localizada a sua antiga casa de férias chamada Marani – pelo terreno onde depois construiu a nova casa no aldeamento da Coelha, emAlbufeira. Ambos os imóveis foram então avaliados por 27 milhões de escudos, o equivalente a 135 mil euros.

A escritura ‘desaparecida’ da nova casa de Cavaco Silva foi assinada a 9 de Julho de 1998, em Lisboa, no nº19 da Av. Vítor Cordon. No ano seguinte, a 17 de Fevereiro, era formalizada a aquisição do terreno com os registos feitos na Conservatória do Registo Predial de Albufeira.


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Cavaquistão da Coelha: A ESCRITURA DE CAVACO

Notariado Português
António José Alves Soares
Notário
Avenida da República, 15, 1º Andar.
1050-185 – Lisboa
Telefone 213578041    Fax 213578013


Eu, abaixo-assinado(a), Técnico(a) de Notariado, devidamente autorizado(a) pelo Notário António José Alves Soares, nos termos do art. 8º do Estatuto do Notariado, aprovado pelo Decreto-Lei nº26/2004, de 04 de Fevereiro,
CERTIFICO:




PERMUTA

No dia nove de Julho de mil novecentos e noventa e oito, em Lisboa, na Rua Vitor Cordon, nº 19, perante mim, Lic. MARIA DO CARMO ANTUNES DOS SANTOS, Notária do Terceiro Cartório Notarial de Lisboa, compareceram como outorgantes:





PRIMEIROS

PROF. DR. ANIBAL CAVACO SILVA, natural da freguesia de Boliqueime, concelho de Loulé, NIF 125507410, e mulher DRª MARIA ALVES DA SILVA CAVACO SILVA, natural da freguesia de S. Bartolomeu de Messines, concelho de Silves, NIF 160634946, casados no regime de comunhão geral, residentes na Travessa do Possolo, nº 13, 1º andar d.tº, em Lisboa.


 
SEGUNDOS

ENGº MARTINHO CARDOSO RIBEIRO DA SILVA, casado, natural da freguesia de Vilar, concelho de Moimenta da Beira, residente na Avenida D. João I, nº 39, 2º andar d.tº, em Almada e MANUEL MARTINS PARRA, casado, natural da freguesia e concelho de Vila Real de Santo António, residente na Rua Almirante Reis, nº 24, 4º andar d.tº, no Barreiro,
os quais intervêm na qualidade de gerentes e em representação da sociedade comercial por quotas sob a firma “CONSTRALMADA – SOCIEDADE DE CONSTRUÇÕES, 



corrente, ao qual atribuem o valor de vinte e sete milhões de escudos.
Que, pela presente escritura, efectuam a seguinte permuta:
                - os primeiros outorgantes dão à sociedade representada pelos segundos, o indentificadao prédio urbano situado em Montechoro, recebendo em troca o lote de terreno situado em Sesmaria, - ambos com mencionado valor de vinte e sete milhões de escudos.
Que nestes termos dão por concluída a permuta.

ASSIM O OUTORGARAM.